González GN. Consideraciones acerca de la mortalidad infantil: el Estado de México en el contexto nacional 1980-1996. [Considerações a respeito da mortalidade infantil: o Estado do México no contexto nacional 1980-1996.] Salud Problema 1999 dezembro; 4(7): 17-30.

Objetivos: Refletir sobre o estudo da morte como fenômeno social para chegar a uma discussão da atenção demográfica.

Metodologia: Analítica e interpretativa usando dados secundários de mortalidade e econômicos.

Resultados: O artigo apresenta um estudo da mortalidade como fenômeno social, as limitações na medição da mortalidade infantil e uma análise critica da vinculação da taxa de mortalidade com o desenvolvimento de um país ou de uma região.

Para o Estado do México mostra-se a falta de correspondência entre os indicadores macro-econômicos favoráveis, entendidos como a geração do Produto Interno Bruto nacional, e o comportamento da taxa de mortalidade infantil. Em particular, a autora relaciona o comportamento da mortalidade infantil no Estado com o que se registra em outros estados que, com um peso menor na geração da riqueza nacional, têm um comportamento mais favorável quanto à mortalidade.

O artigo coloca que é necessário recuperar os estudos que até agora foram realizados, na tentativa de abordar a compreensão social da morte, para que em termos de mortalidade não se faça uma mera redução estatística da variável remetendo-nos a uma forma mecânica de pensar, dentro de uma idéia positiva de desenvolvimento, sobre a melhoria das condições de vida da população. Isto se deve ao fato de que são extremamente questionáveis os dados sobre população e desenvolvimento que são trabalhados, não só no México, mas no nível internacional.

A autora considera que, para a construção da morte como fenômeno social, é necessário referências as categorias históricas e sócio-econômicas, construindo-se o marco teórico e metodológico através dos quais deve se abordar o problema.

Conclusões: O artigo destaca a escassez de estudos no Estado do México que abordem o fenômeno da morte como um fato social, que o retira de uma visão mecânica que vincula indicadores macro-econômicos com indicadores de mortalidade.

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